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Medo de ser diferente

Ser diferente não deveria ser um dos grandes problemas da humanidade, especialmente quando consideramos que somos mais de 7 bilhões de pessoas no mundo. Cada um com uma cultura, um desejo, um sonho, uma experiência e vivências únicas. Se todos pudessem compartilhar suas diversidades de forma positiva seria bem provável que o mundo estaria em outro nível. 

  

Entretanto, na realidade não é isso que ocorre e, quando acontece, ainda é muito restrito. As diferenças estão em tudo e são necessárias para o progresso da sociedade humana. 

  

Por outro lado, o ‘diferente’ é sempre visto como algo ameaçador, desestabilizador e que deve ser combatido. De uma maneira geral isso ocorre por alguns motivos, o principal deles é o medo.  

  

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O começo de tudo! 

  

Quando a pessoa é tirada da sua zona de conforto e levada a confrontar algumas mentiras ou ilusões que sempre teve como verdades ela tende a recuar, rejeitar e atacar aquela ideia. É nesse cenário que surgem algumas das piores faces do ser humano, dentre elas o preconceito, a homofobia, a intolerância religiosa, o racismo, a xenofobia e entre tantos outros que preferíamos que não existissem. 

  

Ao encararmos esses problemas vamos perceber que a raiz deles tem um ponto em comum: o medo, como citamos anteriormente. Mas medo de quê? Esse é o ‘x’ da questão, uma vez que não há razão científica e nem moral que justifiquem ações negativas de intolerância e preconceito. 

  

Apesar do fato de que atualmente há um combate maior contra aqueles que propagam o ódio e a exclusão dos que são diferentes, essa intolerância continua crescendo e grande parte da responsabilidade é da sociedade como um todo. Vejamos isso com mais atenção logo a seguir. 

 

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Razões pessoais não são verdades absolutas 

  

A sociedade e as religiões de cada época criaram seus próprios critérios para definir o que é certo e o que é errado. Isso é uma questão histórica que envolve o homem desde seus primórdios quando passou a considerar pontos morais, sociais e culturais. Quem não se enquadra perfeitamente neles é excluído e taxado como anormal, desequilibrado e é rejeitado pela maioria. 

  

Por exemplo, da mesma forma que um indígena de alguma tribo isolada consideraria um morador de São Paulo como um ser diferente, este também consideraria aquele indígena diferente. A questão é que o morador da cidade tem mais conhecimentos sobre cultura, moral e filosofia. Supomos que sendo assim, ele deveria respeitar e entender as motivações do habitante da tribo. 

  

Porém, é comum acharmos pessoas ‘esclarecidas’ que creem que suas razões pessoais são verdades absolutas. A partir daí é que a coisa começa a dar errado. 

  

Por outro lado, apesar de todos os problemas enfrentados por quem é diferente (seja pela cor da pele, religião, orientação sexual, situação física ou psicológica) com novos conhecimentos surgindo é possível perceber modificações nesse tipo de avaliação por parte da sociedade. 

  

Entretanto, ainda é muito comum acontecer de as pessoas que, de alguma forma, sentem-se diferentes, começarem a copiar os modelos e padrões instituídos para que então, possam ser aceitas e bem vistas pela maioria. Em um primeiro momento isso pode parecer certa valorização pessoal. Entretanto, não é exatamente isso que ocorre em termos pessoais. 

 

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Não é possível ser feliz sufocando quem você realmente é! 

  

Ao deixar de lado quem se é para ser aceito pela maioria, os sentimentos e razões pessoais são deixados de lado. 

  

Consequentemente, para permanecer nesse grupo a tendência é ignorar e sufocar o que de fato somos. Ninguém consegue se realizar e ter uma vida completa assim. 

  

Ser diferente é normal. Cada um é diferente do outro e nunca vamos encontrar duas pessoas que sejam exatamente iguais, tanto física como psicologicamente falando. 

  

Às vezes, o “ser diferente” é tratado de uma forma tão perniciosa que a pessoa acredita que está fazendo algo errado. O que é mais um problema. A pessoa que entra por essa via passa a consultar a todos para tomar suas próprias decisões. Aqui entram os amigos, o irmão mais velho, os pais e alternativas pouco convencionais como tarô, espíritos e gurus. 

  

Como ninguém é igual a ninguém cada um dos consultados terá sua própria visão das coisas. Com isso, a pessoa que tanto consultou os outros por medo de errar acaba ficando sem tomar nenhuma atitude, afinal, são tantas opiniões diferentes que a dúvida se torna bem maior do que se tivesse agido por conta própria. 

 

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Ser diferente não é ser inferior! 

  

Quando decidimos tomar nossas decisões de vida baseadas no que os outros vão pensar automaticamente nos classificamos como incapazes. Pura ilusão. Ser diferente, pensar diferente não nos torna inferior a ninguém. Não nos falta nada. Eu sou apenas eu e você é apenas você. Cada um com um próprio modo de realizar e sentir as coisas do mundo em que vive. 

  

O grande problema neste caso talvez seja o fato de que a pessoa não acredita em si mesma e acaba abdicando do seu poder de promover mudanças em sua vida. Em palavras mais simples, ir contra o coração nunca é uma boa ideia. 

  

Ao decidirmos não sermos verdadeiros com aquilo que somos um dos primeiros ‘sintomas’ a aparecer é a insatisfação (conosco, com o mundo, com tudo). Isso surge porque estamos vivendo apenas um papel e muito do que realizamos é pura encenação. O pior é que sabemos disso e nossa dignidade acaba sendo abalada. Estruturar uma vida assim nem sequer faz sentido. 

  

A importância de vestir a camisa do “ser diferente” reside em uma coisa muito interessante: perceba que grande parte do progresso do mundo foi realizado por pessoas que não seguiram padrões e regras, que não davam a mínima para aquilo que a sociedade dizia ser certo ou errado. Exemplos assim podem ser encontrados em qualquer época da humanidade, de Jesus Cristo a Steve Jobs!

 

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Ser diferente é o que nos torna especiais! 

  

Pode estar um pouco longe de ocorrer, mas algum dia todos entenderão que ser diferente é o natural da coisa. Todos têm qualidades que os tornam diferentes dos outros e obedecem a valores diferentes. 

  

No final das contas, o grande segredo é não se importar com o que andam dizendo. Há quem sofra por ser palestino, por ser homossexual, por ser protestante ou católico, por ser umbandista, por ser negro, por morar no interior e infinitos outros tantos ‘por ser’. 

  

Lembrem-se que quem você é somente você sabe. Algumas pessoas poderão ver como é, mas poucas conseguirão entender como é ser o que você é ou fazer o que você faz. 

Ser uma ‘pedra fundamental’ de padrões estabelecidos não costuma levar as pessoas a caminhos promissores e com grandes oportunidades no futuro. 

  

No meio disso tudo, talvez o primeiro passo seja ter mais confiança em nós mesmos, deixar de contar para outros nossos problemas e tomarmos atitudes positivas para que a vida idealizada em nossas mentes torne-se realidade. 

  

Aliás, são pessoas que agem assim que hoje são vistas como grandes precursoras de lutas contra a intolerância, o ódio e a discriminação. 

  

Não é preciso ter medo de ser diferente. É ser diferente que nos faz especiais. Na dúvida, procure por alguém que vai te entender. 

como procurar um bom psicologo - main

Como procurar um bom psicólogo

Você sente que as coisas não vão bem, que há sentimentos negativos dentro de você que não querem sair de jeito nenhum. Percebe que não importa o que você faça, não consegue atingir seus objetivos. E para completar tem vários problemas emocionais que o deixam louco todos os dias veja neste artigo como procurar um bom psicólogo.

  

Estas situações parecem familiares? Então, está na hora de procurar um bom psicólogo para ajudar a resolver essas questões. 

  

Mas como encontrar o melhor profissional? O que levar em conta nessa hora? Quais são os pré-requisitos de um terapeuta ideal? 

  

Veja neste post todas essas respostas e muito mais. Descubra agora mesmo como procurar um bom psicólogo para você! 

  como procurar um bom psicologo - formacao

Verifique a formação do profissional 

  

O primeiro passo é verificar a formação acadêmica do profissional. Além do bacharelado em psicologia, que é obrigatório, consulte para ver se ele se atualiza em outros cursos e workshops sobre o tema. 

  

Contar com um profissional que se mantém atualizado e por dentro das novidades de seu setor, é indispensável na hora de aprender como procurar um bom psicólogo. 

  

Quando bem preparado, este profissional estará muito apto a ajudá-lo com seus problemas e encontrar abordagens que melhor funcionam para o seu caso. 

 

como procurar um bom psicologo - conversa

 

Peça referências de profissionais e pacientes 

  

Se esta é a primeira vez que faz terapia, não tenha vergonha de pedir referências. Você pode conversar com seu clínico geral, por exemplo, e ver se ele conhece algum psicólogo para indicar. 

  

Geralmente há uma rede de contatos no ramo de saúde e, com isso, médicos conhecem outros profissionais que podem recomendar. 

  

Seus familiares, amigos e demais conhecidos também podem ser ótimas fontes de referências. Você pode conseguir uma lista grande de nomes de profissionais, que ajudaram essas pessoas a se tornarem melhores e resolver problemas pontuais. 

  

Depois de captar algumas opções, pesquise sobre o profissional na internet e fora dela também. Converse com ex e atuais pacientes. Veja o que eles acharam da sessão e se realmente foram ajudados com a psicoterapia. Ouvir quem já passou pela sua situação é a melhor opção para fazer a escolha correta. 

 

como procurar um bom psicologo - conversa

Converse com ele sobre seus procedimentos 

  

Antes de fechar um pacote de sessões, procure conversar abertamente com o profissional. Fale que gostaria de tirar algumas dúvidas e entender melhor como funciona o trabalho. Não precisa mentir ou esconder que você nunca fez terapia, ou desconhece esse procedimento. 

  

Seja franco com o profissional, que ele também será sincero com você. A maioria dos psicólogos não tem nenhum problema em falar sobre suas abordagens e processos terapêuticos. Então aproveite para conhecer melhor a forma de atuação do profissional. 

  

Cada profissional tem sua própria abordagem e método para dirigir as sessões. Não existe forma melhor ou pior, nem certa ou errada. O que existe é o método que melhor se encaixa com seu perfil e que se adapta às suas necessidades. 

  

Portanto, não tenha medo de fazer perguntas e verificar se realmente se identifica com a forma de trabalho do profissional. Essa é uma das melhores dicas sobre como procurar um bom psicólogo, ou o melhor terapeuta para você. 

 

como procurar um bom psicologo - profissional

Veja se ele separa o pessoal do profissional 

  

Um psicólogo não é apenas uma pessoa para conversar ou trocar experiências de sua vida. Ele não é seu amigo e nem seu familiar, é um profissional com habilidades técnicas e conhecimentos que podem ajudá-lo a melhorar circunstâncias de sua vida. 

  

Portanto, a pessoa escolhida para ocupar essa função precisa separar bem a vida pessoal da profissional. Qualquer que seja o tema das sessões deve ter um objetivo clínico por trás e não apenas para bater papo ou jogar conversa fora. 

  

Para ter resultados em seus procedimentos psicológicos, o profissional precisa se manter a distância a analisar as circunstâncias de forma fria. Desta forma, ele consegue ajudar melhor seu paciente sem, contudo, interferir nas descobertas do indivíduo ou levá-lo a tomar decisões equivocadas. 

  

Lembre-se que a mudança ocorrerá em você e por você, e não através do psicólogo. Este profissional apenas vai ajudá-lo a descobrir as respostas e encontrar soluções, mas nunca responder ou resolver as coisas por você. 

  como procurar um bom psicologo - bem sucedido

Investigue se ele tem uma vida bem-sucedida 

  

Você não vai procurar uma pessoa perfeita e sem problemas, é lógico. Se investir nessa busca jamais vai encontrar o profissional adequado e resolver as suas questões emocionais. 

 

Contudo, para poder ajudá-lo, o psicólogo deve ter controle emocional e sobre a sua vida também. Procure por sinais de desequilíbrio ou outros aspectos intrigantes sobre o perfil deste profissional. 

  

Para que ela possa lhe ensinar a controlar suas emoções e resolver questões de cunho emocional, ele precisa antes desenvolver essa habilidade em si e na sua própria vida. 

  

Portanto, fique atento a vida do psicólogo e analise seu comportamento em busca de autoconfiança, autoconhecimento e certeza do que está fazendo. 

  

Qualquer incongruência enxergada nessa etapa pode ser um sinal para mudar de terapeuta, ou procurar um psicólogo melhor para o seu caso. 

 

como procurar um bom psicologo - atendimento

Fique de olho se o profissional pode atendê-lo 

  

Nós já falamos que o paciente precisa se identificar com o método do psicólogo, mas o inverso também é verdadeiro. Existem milhares de profissionais no mercado, mas nem todos são os terapeutas ideais para você. 

  

É exatamente por esse motivo que você está fazendo uma pesquisa mais detalhada, para evitar escolher a pessoa errada e comprometer seu avanço emocional.

  

Sendo assim, a maior dica sobre como procurar um bom psicólogo é ver se ele é capaz de atendê-lo. 

  

O modo de atuar do profissional, o valor cobrado e outros aspectos estão dentro do que você precisa? Ele atende por skype ou hangout para facilitar a sua vida quando estiver fora da cidade? Como funciona a marcação de sessões? 

  

Esses são pontos mais específicos ao profissional e as sessões, mas também são importantes. Logo tenha certeza que o psicólogo escolhido está dentro do que você precisa, não só no aspecto emocional como na praticidade da sessão e outros pontos importantes. 

  

Não existe o melhor ou pior psicólogo, mas sim o profissional mais indicado para o seu caso. E para chegar a essa escolha muitos critérios precisam ser levados em conta, como você percebeu neste artigo. 

  

Agora que você já sabe como procurar um bom psicólogo, não perca mais tempo. Marque sua sessão agora mesmo e veja como posso ajudá-lo a resolver seus problemas emocionais. 

  

É um prazer dividir esse conteúdo com você, espero ter esclarecido alguma dúvida ou ter ajudado de alguma forma.  
Deixe um comentário abaixo com uma sugestão ou dúvida que tenha ficado que responderei o mais rápido possível. 

 

Eu sou a Psicologa Camila Carmona, graduada pela Universidade São Marcos, especialização em psico-oncologia, psicóloga clinica com base na fenomenologia existencial. 
Até mais; 

 

Psicologa Camila Carmona 
CRP – 06/98304 
cb.carmona@terra.com.br
11 94451-9042 

Como identificar se uma pessoa sofre de hiperatividade

Ao contrário do que boa parte das pessoas imagina hiperatividade não é sinônimo de agitação, indisciplina ou ainda de falta de atenção. E muito menos tem sua origem na educação dada aos filhos pelos pais. Para se fazer uma comparação, se as crianças que não sofrem dessa doença fosse educadas da mesma maneira que aquelas que sofrem, seria bem provável termos legiões de crianças super educadas, com inteligência acima da média e muito organizadas. 

  

Conviver e educar alguém que tenha hiperatividade não uma tarefa simples. Os desafios estendem-se a todos os que estão em volta: colegas, amigos, pais, irmãos, etc. 

  

A hiperatividade não está relacionada a uma condição psicológica passageira. Não podemos insistir para uma pessoa, que se enquadre nessa categoria, para ser mais organizada e mais focada. Seria algo como dizer para alguém com miopia que se ele se esforçar mais, poderá ler sem precisar da ajuda dos óculos. 

  

Situações assim não são controladas pela pessoa com hiperatividade. 

 

Hiperatividade - 1  

O que é a hiperatividade? 

  

A hiperatividade é uma condição física e um dos componentes mais conhecidos do TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. A principal característica se dá pela verificação de um mau funcionamento, ou até mesmo de um subdesenvolvimento, de determinadas partes do cérebro. Essas partes são as seguintes: 

  

Cerebelo: O chamado pequeno cérebro tem como responsabilidade garantir o controle motor do corpo humano. Ou seja, tudo que estiver relacionado com a movimentação tem origem e é regulado pelo cerebelo. Estudos mais recentes apontam que ele desempenha funções importantes em outras áreas como a emocional, atenção, memória e linguagem. 

  

Núcleos da base: Tem como função controlar os músculos, coordenação, aprendizado. Além disso, atua também na movimentação voluntária e controle da impulsividade. 

  

Corpo caloso: Composto por mais de 200 milhões de fibras nervosas é responsável pela comunicação entre a parte esquerda e a direita do cérebro. 

  

Lobos frontais: Entre as funções principais temos a tomada de decisões, controle de emoções, resolução de problemas, planejamento e atenção. 

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A hiperatividade e as crianças 

  

Muitas das vezes pais e professores não conseguem identificar se a criança tem TDAH ou se possui algum tipo de limitação, uma vez que há sintomas semelhantes nos dois casos. 

  

A avaliação para identificação da hiperatividade em crianças é complexa. Entretanto, há alguns aspectos que podem chamar a atenção para esse ponto. 

A maior parte de crianças com hiperatividade geralmente apresenta um comportamento que não coincide com a sua idade. Controlar pensamentos, emoções e conduta não são uma tarefa fácil. Por isso, nos diagnósticos essas crianças sempre apresentam problemas para ter atenção ou desenvolver atividades educacionais e lúdicas. 

  

Como o TDAH é diagnosticado muito cedo nas crianças (algumas das principais características já podem ser percebidas na primeira infância) é possível criar e estimular habilidades que possam ajudar no comportamento delas. 

  

Por exemplo, podem ser desenvolvidos estímulos relacionados à percepção visual e motora, tolerância à frustração, atenção e memória. 

 

Hiperatividade - 3

 

A hiperatividade e os adultos 

  

Nos adultos, os sintomas da hiperatividade são menos visíveis e isso pode até mesmo contribuir para uma dificuldade maior para que a identificação dos sintomas seja feita. 

  

Neste caso, entre os sintomas mais recorrentes temos: dificuldade para seguir instruções ou terminar tarefas, esquecimento das atividades do dia a dia, muita facilidade de se distrair com estímulos externos e problemas para manter a concentração em atividades simples. 

  

É interessante destacar também que cerca de 50% das crianças, adolescentes e adultos que foram diagnosticados com hiperatividade possuem algum tipo de outra desordem. Isso é denominado coexistência, uma vez que essa desordem e a hiperatividade andam juntas. Alguns dos sintomas apresentados nessa situação são ansiedade, depressão, bipolaridade, desequilíbrio e síndrome de Tourette. 

  Hiperatividade - 4

 

Tratamento da hiperatividade 

  

Iniciar o tratamento da hiperatividade desde cedo é um ponto fundamental para que a criança/adolescente/adulto possa conviver com o problema da maneira mais produtiva, saudável e com a maior qualidade possível. 

  

Por isso, é essencial procurar por profissionais capacitados para que o diagnóstico seja preciso, assim como tratamento. Este, por sua vez, pode trabalhar aspectos de psicoterapia organizadora ou estrutural e até medicação quando necessário. Dentre os tratamentos, o que melhor apresenta resultados em relação à hiperatividade é a terapia cognitiva comportamental. 

  

Por fim, ainda temos a necessidade de conscientização e dedicação da família ou das pessoas que convivem com o hiperativo. Como apontado no início, não está em suas mãos o controle das situações as quais se submete. 

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Saiba como superar a timidez

A timidez é um sentimento experimentado por diversas pessoas no Brasil e no mundo. Pelo menos metade da população adulta afirma que já teve timidez alguma vez na vida. E estima-se que esse número é bem maior do que gostamos de admitir. 

  

O receio de falar em público e a dificuldade de fazer amigos faz parte de nosso DNA. As pessoas extrovertidas ficam muito expostas a riscos, físicos e sociais, e nosso instinto de preservação tenta nos proteger dessa exposição. 

O problema é que em algumas pessoas a timidez é exagerada. 

  

Nesses casos é preciso encontrar formas de minimizar o problema e melhorar a qualidade de vida do indivíduo. 

  

Sendo assim, veja algumas dicas para superar a timidez em sua vida e atingir, definitivamente, aquilo que você deseja. Não deixe que a timidez o pare e tome as rédeas de sua vida hoje mesmo com essas dicas. 

 

Timidez - reconheca a timidez

 

Reconheça que você é tímido 

  

A primeira coisa a fazer é reconhecer a sua timidez e entender que não há nada de errado com isso. Não tente disfarçar a sua timidez, mascará-la ou mudar quem você é. Você é tímido e ponto final, e não tem nada de errado com isso. 

  

Assim como qualquer outra fobia, negar é a pior coisa que você pode fazer. Essa rejeição de si lhe impedirá de conhecer a fundo a timidez, tratá-la ou aprender a viver com ela. 

  

Em outras palavras, você vai continuar sendo tímido e tentando parecer outra coisa que não é. É como se ficasse preso dentro de si mesmo e criasse uma fantasia para se proteger do mundo. É isso que você quer para sua vida? 

  

Reconheça que você é tímido e comece a pensar em como resolver esse problema. Você precisa sair mais, fazer novos amigos, fazer aulas de teatro ou oratória? Enfim, se responsabilize pela mudança e faça a sua parte. 

  

Timidez - nao e defeito

 

Timidez não é defeito 

  

Você sabia que existem milhares de pessoas tímidas em todo o mundo? Pois é, você não é o único a ficar vermelho na frente das pessoas, ter dificuldade em falar público, não conseguir puxar uma conversa com um estranho e por aí vai. 

  

Milhares de pessoas passam todos os dias pelas mesmas sensações e dificuldades. Elas estão trabalhando, vivendo relacionamentos sociais e tocando a vida. E você deveria estar fazendo a mesma coisa, ou pelo menos tentando. 

  

E sabe por que essas pessoas vivem normalmente? Porque não há nada de errado em ser tímido. Timidez não é defeito e nem qualidade, é apenas uma característica de algumas pessoas. 

  

Ser tímido não lhe torna melhor e nem pior que ninguém, apenas diferente. Então, não precisa se esconder do mundo só porque tem dificuldade em fazer amigos ou falar para uma sala cheia de gente. 

  

Apenas aprenda a lidar com esse medo, controle-o, de modo que possa executar tudo o que deseja sem a limitação da timidez. Sentir um frio na barriga em uma apresentação para um auditório cheio de pessoas não é um problema, mas deixar que isso lhe pare e o impeça é. 

  

Portanto, não leve a timidez como um defeito ou uma doença,porque ela não é nada disso. É apenas uma característica de seu perfil, um traço que o torna quem você é, uma pessoa única, tímida, mas igual a todo mundo. 

 

timidez - nao seja tao duro

 

Não seja tão duro com você 

  

Errar é humano e cometer o mesmo erro é… ainda mais humano. 

  

Você provavelmente já ouviu um ditado parecido com esse, mas um pouco distorcido da realidade. Como seres humanos, temos o livre arbítrio e a liberdade para errar tanto quanto precisamos. 

Se não fosse assim não existiriam guerras, brigas e conflitos no mundo todo. Não precisaríamos de leis, pois todos já sabem o que pode e o que não deve ser feito. 

  

Mas não é assim que funciona. Temos todas essas coisas em nossas vidas porque homens e mulheres erram, erram muito e repetidas vezes. 

  

Veja o exemplo dos adolescentes e jovens. Eles não ouvem os conselhos de seus pais, mesmo sabendo que os mais velhos já passaram por situações idênticas. Como resultado, acabam cometendo os seus próprios erros e aprendendo com isso. 

  

Errar é ser humano e ter uma oportunidade de aprender. Então não se culpe toda vez que engasga, esquece o que ia falar, ou simplesmente paga “aquele mico” na frente da galera. Lembre-se que você está apenas sendo o que é, humano. 

  

Não deixe que a perfeição exagerada e o medo de errar o impeçam de tentar algo novo, de correr atrás de seus objetivos e conquistar os seus sonhos. Impeça que a timidez o pare e se permita errar de vez quando ou todo dia, se precisar. 

 

Timidez - Descubra a causa

 

Descubra a causa da timidez 

 

A timidez tem várias causas. São alguns sinais da vida que o tornaram tímido ou agravaram a situação. Para superar a timidez é preciso descobrir a raiz do problema e buscar tratá-lo em seus níveis mais profundos. 

  

Às vezes ela acontece por uma família emocionalmente desequilibrada ou fria, um trauma na infância ou adolescência, uma característica física ou emocional em si que não gosta, etc. 

O importante é conhecer a razão de ser tímido, entender por que você é assim, aceitar e buscar tratar a raiz do problema. 

  

Você tem muito medo de errar? Então seja mais maleável consigo e se desapegue das coisas. Não fique tão ligado aos seus erros ou no que os outros vão pensar. Pense em si, no que quer fazer e faça. 

  

A mesma linha de pensamento pode ser aplicada nas outras causas da timidez. Basta conhecer o motivo para isso e buscar resolver o problema. Assim fica mais fácil superar a timidez e realizar as coisas que você deseja. 

 

Timidez - ajuda

 

Procure ajuda de um profissional 

  

Infelizmente nem sempre é fácil superar a timidez. Às vezes a vergonha e a introspecção o amarram no local em que está, impedem que você cresça e conquiste os objetivos que desenhou para sua vida. 

  

Talvez você até queira ser menos tímido e fazer novos amigos, mas simplesmente é paralisado pelos sintomas da timidez. O pior é que não sabe nem por onde começar para se ver livre, de uma vez por todas. 

  

Nesses casos é importante contar com um psicólogo para ajudá-lo. Esse profissional tem todas as ferramentas para diagnosticar o problema e traçar uma solução. 

Será muito mais fácil entender o que você está passando com a ajuda de um psicólogo e você se verá livre desse problema muito mais rápido. 

  

É um prazer dividir esse conteúdo com você, espero ter esclarecido alguma dúvida ou ter ajudado de alguma forma. 

  

Deixe um comentário abaixo com uma sugestão ou dúvida que tenha ficado que responderei o mais rápido possível. 

  

 

Eu sou a Psicologa Camila Carmona, graduada pela Universidade São Marcos, especialização em psico-oncologia, psicóloga clinica com base na fenomenologia existencial. 
Até mais; 

 

 

Psicologa Camila Carmona 
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4 atividades para gestantes que promovem a saúde do bebê e da mamãe!

A gravidez é algo fora de sério, uma experiência única e avassaladora para a maioria das mulheres. Mas para as mães de primeira viagem esse processo pode ser um pouco confuso e rodeado de dúvidas.

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Entre essas substâncias indispensáveis à gestação, há que se destacar as vitaminas. São produtos naturais que ajudam a melhorar o crescimento do feto e garantir sua saúde, antes e depois do nascimento.

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